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31 de agosto de 2009

2x11 - Frenzy


Olha, sinceramente, esse episódio foi MUITO, mas MUITO legal! Juro que se eu pudesse falar palavrão aqui, diria algo bem mais apropriado do que “legal”. Mas já que eu não posso, vamos direto ao assunto. Então, a temporada está quase terminando, e começamos finalmente a ter algumas revelações, muitas vezes, por sinal, vindas pela espetacular Sophie-Anne.

Sinceramente, me apaixonei perdidamente por essa personagem. Ela é tão sagaz, e irônica, e poderosa. Geralmente quando sou eu que vou escrever a review de um episódio, fico com um arquivo do Word aberto, só escrevendo pequenos detalhes do que eu acho que deva ser comentado. No arquivo desse episódio provavelmente 95% dos comentários eram sobre a Sophie-Anne. Sem mais delongas então.

Desde o final do último episódio, eu não pude deixar de me perguntar o que exatamente estava acontecendo para aparecer aquele pé com sangue escorrendo. Juro que a primeira impressão que tive foi: “AI MEU DEUS! A Sophie-Anne já aparece morta!”, mas aí eu me recordei que de fato ela já estava morta e que havia muitas fotos do episódio em que ela aparecia inteira e risonha. Definitivamente destruída ela não estava. Só depois de muito exercitar meus dois únicos neurônios é que eu cheguei a conclusão de que, sendo True Blood, aquilo só podia ter algo a ver com sexo.


Não é que eu estava certo? Primeira cena: Sophie-Anne mergulhada numa menina. Maneira muito sutil que o Alan Ball arranjou pra deixar claro que ela preferia meninas, em todos os sentidos.

Desviando só um pouco do assunto, adorei todas as cenas do Bill nesse episódio. A Sophie-Anne o pôs em cada situação constrangedora, como por exemplo (para aqueles que ainda não viram o episódio, lembrem-se de imaginar ela falando com o Bill):

“Oh, menos de duas horas pro amanhecer. Vamos fazer sexo?... Eu estou brincando.”

“Adoro ver dois homens juntos!” (forçando Bill a sugar um homem)

“Essa competição entre homens é ridículas. Vocês deveriam foder uns aos outros e eu poderia assistir!” (com a iminência da chegada do Eric)

Sério, o que ela mais faz é falar, então existem de sobra essas frases repletas de humor ácido, vocês vão se divertir demais.


Agora, mudando completamente o foco, preciso admitir que fiquei com um pouco de medo quando a Sookie estava conversando com a Tara e de repente uns barulhos bizarros vieram do lado de fora, e o Lafayette disse: “Oh, droga! Ela está vindo te buscar”. Eu teria me apavorado legal. Tipo, algo no nível de sair correndo e berrando enlouquecidamente. Mas né, cada um faz o que bem entende. Uns correm e berram enlouquecidamente e outros correm em direção ao perigo.

E por falar na Maryann, ri muito durante a cena em que a Tara está com ela na cozinha da casa da Sookie e disse: “Esse tipo de coisa não funciona mais comigo!” Pra variar, a Maryann estava vibrando. Aí, quando eu achei que iam rolar umas facadas na Tara, a Maryann dá um murro na cara dela e pronto, voltaram os olhos negros. Que fraquinha!

Voltando algumas cenas antes dessa seqüência, outra coisa que me deixou com os nervos em polvorosa foi aquela cena do Lafayette com a Sookie do lado de fora da casa dele. Quando o celular dela vibrou quase me mijei. Sério, senti durante essa cena inteira que algo iria pular neles e que eu ia levar um susto enorme.


Ainda na seqüência, O QUE FOI O ALEXANDER SKARSGARD DE VESTIDO FLORIDO??? Achei muito fashion. Estampa florida está super hype, de novo. E por falar em Eric, duas coisas: ele é pedófilo e ele voa. TAN-DAN. Espero por mais explicações no futuro, e não venham me dizer que é porque ele é um vampiro velho, não! Minha avó é velha e não voa. Ah, antes que eu me esqueça, adorei a mais nova conexão da Sookie e do Lafayette. Ambos tendo sonhos eróticos com o Eric. Que gente assanhada!

Nem vou falar no Hoyt e na Jéssica que eu acho que discussão de casal é coisa sagrada. Essa gente entra em crise por qualquer coisa, eu hein!

Prosseguindo, alguém sabe me explicar o que houve com a Maryann? Ela antigamente se vestia tão bem. Qual é a da roupa de Xena? E foi muito repentino. Um dia ela era a Maryann linda e bem montada e no outro dia ela era a Xena. Se alguém me explicar de forma plausível ganha bombom “serenata de amor”, só que em homenagem á Maryann, ou seja, com um coração dentro.

Outra coisa, o João já havia comentado comigo que aquela menina que a Sophie-Anne tava sugando era prima da Sookie, mas eu não pude evitar ficar surpreso de qualquer forma. Achei fofa e simpática. Ele também comentou algo sobre fadas, mas isso eu achei meio bizarro e decidi ignorar por enquanto.


Gente! (Imaginem uma musica de suspense) o Karl morreu. Jurava que ele era imortal. Sabe, antes de eu descobrir que o porco que seguia a Maryann era a Daphne, eu achava que era o Karl. Que coisa! De uma forma ou de outra todo mundo sempre morre em True Blood. Não que isso seja ruim, claro.

E finalmente foi explicado como a Maryann apareceu. Tudo culpa da Tara, idiota.

E por falar em mênades, muito divertido a Sophie-Anne ridicularizando-as o episódio inteiro.

Só pra finalizar, uma dúvida: Um ovo?!

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29 de agosto de 2009

Sneak Peek do episódio 2x11

Legendamos o sneak peek do episódio de amanhã que a HBO liberou ontem. Assista a Lafayette, Sookie e Lattie Mae tentando impedir que Tara vá tentar resgatar Eggs:

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28 de agosto de 2009

Alerta de spoiler falso (?)

Michael Ausiello, o colunista da EW.com, está divulgado no site dele um vídeo com um suposto spoiler gigantesco sobre o final da segunda temporada. Então. Não tem spoiler nenhum ali, e o vídeo não passa de uma brincadeira. São só várias cenas dessa temporada, intercaladas com entrevistas que os atores deram e com uma sketch feita pelo próprio Ausiello e uma mulher desconhecida. Depois disso, eles começam a falar sobre House.

Enfim, se você tinha lido sobre o vídeo e, apesar da curiosidade, tinha se segurado para não assistir, esquece. Realmente não há spoiler nenhum. Inclusive, o post recebeu alguns comentários pouco educados, embora algumas pessoas também tenham achado engraçado. Para a assistir ao vídeo em inglês, clique aqui. Mas, sinceramente, não há nada de interessante por lá.

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Mais fotos de "Frenzy" [ATUALIZADO]

Hoje a Spoiler TV divulgou mais algumas fotos do episódio 11, que vai ao ar domingo que vem. Entre as imagens, algumas a gente já tinha postado, só que em uma resolução minúscula. Veja o Eric e o Lafayette em melhor qualidade. As que ainda eram inéditas aqui no blog são essas abaixo.







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Michelle Forbes para a Black Book Magazine

Michelle Forbes deu uma entrevista para a revista Black Book Magazine falando sobre sua personagem em True Blood e também discutindo um pouco sobre a série. Para conferir a versão original é só clicar aqui. A versão traduzida está a seguir e pode conter alguns spoilers, mas pequenos:

Durante o último episódio de True Blood, todos nós ficamos grudados nas nossas poltronas enquanto víamos Sookie, Jason e Bill retornarem para sua doce cidade-natal de Bons Temps, e encontrando-a destruída pela loucura de Maryann Forrester. E aí nós percebemos que depois de quase catorze episódios de meticulosa construção e elaboração, o diretor e criador da série, Alan Ball, havia trazido à vida uma das mais terríveis forças na cultura contemporânea, uma força que é imortal como quase todos na série, e que assusta com sua ambigüidade moral. Diga o que quiser sobre a loucura das mênades, como a Maryann de True Blood, mas a interpréte do papel tem uma diferente visão sobre a serva de Dionísio. Nessa entrevista, Michelle Forbes explica porque o derramamento de sangue não faz de sua personagem necessariamente uma personagem má, e diz como interpretar uma criatura tão sinistramente livre pode ter se tornado seu trabalho mais popular.

Em True Blood, você interpreta o papel de Maryann Forrester – uma personagem que, como nós agora sabemos, é um tipo de deusa malévola e é essencialmente oposta ao papel que você interpretou em In Treatment, a Kate. Como você se ajustou a esse papel?
Kate era “pé no chão” e não tinha nenhuma auto-estima. Coitada. Maryann é o completo oposto. Ela tem tendência a rir de tudo que encheria as pessoas comuns, como nós, de terror. Inicialmente foi sufocante entrar na pele de uma personagem tão expansiva, principalmente porque a maioria de nós é guiada ou por medo, ou por culpa, ou por tristeza. Ela é completamente destemida. Depois, interpretá-la acabou se tornando o jogo mais divertido do mundo.

Como você se preparou para esse trabalho – teve algum personagem ou pessoa na qual você se inspirou?
Eu assisti a muitos filmes do Ken Russell. As mulheres dos filmes dele estão sempre dançando, bebendo e corendo por aí, correndo pelas colinas do interior da Inglaterra – sendo umas loucas. Esse é um dos lugares que me remete a “abandono” e hedonismo que de certa forma todos nós experimentamos de tempos em tempos. Eu também me inspirei bastante em Lydia Lunch, nos anos 80 em Nova York. Ela era uma mulher que não tinha limites, que era sexualmente liberal e que revolucionou a música com todo aquele caos e a detruição de regras, de barreiras e de limitações. Naquela época, muitas pessoas em Nova York estavam fazendo o mesmo, realmente tentando quebrar com esses ideais sociais, tentando ser criativas de formas diferentes. Isso tudo entrou em mim pelo funil de caos e destruição.

O que você considera libertador em interpretar uma personagem com tão poucos limites?
Durante dezoito horas por dia, eu tinha de ser completamente livre. Era uma felicidade ir trabalhar. Correr por aí com vestidos para noite, causando confusões. Eu fui a Montreal para filmar essa série chamada Durham County – que é sobre uma mulher que está no meio de uma série de perdas. É sobre traumas e crianças mortas, tristeza e dor. E aí surgiu a série In treatment e só depois veio True Blood. Eu não levo minhas personagens pra casa. Foi bom mudar de ares, me sujar e dançar um pouco.

Inicialmente, nós só vimos a Maryann brevemente no final da primeira temporada. Mas a influência dela continuou a se expandir e, agora, ela é o grande foco da série. Quando você assinou para participar da série, você imaginava que iria assumir um papel tão importante na trama?
A primeira temporada foi um pouco misteriosa. Mas por serem Alan (Ball) e seus brilhantes escritores os encarregados pela série, você simplesmente deposita toda sua confiança. Ela ainda é um mistério para mim, na verdade. Mas nessa segunda temporada – todos nós ficávamos ansiosos para saber sobre o próximo script. Nós tivemos algumas conversas sobre o que era uma mênade, sobre Dionísio e sobre mitologia grega. Me contaram algumas coisas que posteriormente entraram na série. Você mantinha aquele conhecimento guardado contigo, só não sabia como isso ia conseguir ser encaixado na trama. E foi realmente impressionante porque, no final da temporada, todas as histórias convergiram.

No passado você havia comentado que a natureza bárbara da sua personagem não era necessariamente ligada a uma predisposição ao mal, mas sim por ela viver com uma construção diferente de moral [veja aqui]. Depois de ter visto o quão brutal ela pode ser, você mantém o que disse?
Eu realmente acredito que ela é uma personagem que depende completamente de perspectiva. Se você pensar que ela é um ser imortal, pensar que ela está rondando por aqui desde o começo dos tempos... Ela viveu certos períodos da história humana nos quais as pessoas se sentavam para assistir a um homem destroçar outro por esporte, crianças eram sacrificadas. Não é uma história desconhecida. Na mente dela, ela já viu tudo. O que eu acho magnífico na trama dela é que desafia nosso sistema de crenças. Você e eu podemos nos sentar aqui, em 2009, e dizer que é chocante pensar que alguém pudesse sacrificar seres humanos. Eu, sendo vegetariana, acho chocante que ainda sacrifiquem animais. Eu permaneço com a minha posição de que na mente da Maryann não tem nada de especificamente mau. Ela tem apenas uma forma diferente de ver o mundo, assim como muitos de nós temos.

E o que podemos dizer sobre a relação dela com a Tara – porque tanta obstinação em acabar com o relacionamento dela com a mãe?
Toda a cidade de Bons Temps é, para ela, uma cidade cheia de loucos. É perfeita para as confusões de Maryann. Todo mundo está tão fragmentado de uma forma tão maravilhosa e peculiar. Tara, como pudemos ver na primeira temporada, é muito suscetível a pessoas predatórias como a Maryann. Ela é o caminho que leva a todos da cidade, que leva ao Sam, que leva à Sookie. Ela teve uma vida tão complicada e difícil, é tão vulnerável, que quando Maryann encontra-a, ela é um alvo fácil. É exatamente por isso que ela escolheu Tara.

O que mais te surpreende sobre Maryann?
Maryann é a maior diversão que eu já tive em um trabalho. Eu geralmente faço mais séries do tipo “corta-pulsos”, diferente de True Blood. Ir ao trabalho e ficar correndo em vestidos para noite, ficar gargalhando e rindo, fazendo todas as coisas insanas que os roteiristas mandavam a gente fazer, era o máximo! Você está sempre ansioso para ir trabalhar. Eu entrei de repente para fazer uma participação de pós-produção no final da temporada, e foi maravilhoso. Foi muito bom ter entrado nesse personagem de novo e experimentar todo aquele prazer e liberdade. Foi realmente uma ótima sensação – de colocar aqueles brincos e aqueles cílios postiços de novo. Essa temporada foi maravilhosa para todos nós.

Aparentemente, o recente aparecimento de Sophie-Anne, a vampira rainha da Louisiana, vai afetar expressivamente na ruína de Maryann. Você pode nos dizer algo mais?
Nos últimos três episódios, Bon Temps esteve virada de cabeça para baixo. Agora é só uma questão de ir até o fim da situação e depois limpar toda a sujeira.

Eu fui avisada a evitar qualquer coisa que você cozinhasse. Principalmente por causa do Hunter’s Sufflé da Maryann. O quão boas são suas habilidades culinárias fora da TV?
Absolutamente deploráveis. De fato, eu tive de ter uma aula de como fazer flambé para cozinhar aquele coração. Minhas habilidades na cozinha não devem ser discutidas. Eu sugiro que nossos roteiristas criem um programa de TV de baixa audiência apresentado pelo Karl e pela Maryann. Seria como a Martha Stewart depois de se drogar - nós confeccionaríamos guardanapos, lenços e chapéus ornamentais, tudo com penas. Eu adoro essa dualidade existente na Maryann – esse lado primitivo e selvagem nela. E aí esse outro lado, que é doméstico, adora fazer arranjos de flores e frutas, espalha comidas por aí e adora cavar a terra.

Fora das câmeras, com qual personagem você mais se identifica?
O que eu sei é que meu personagem favorito muda pelo tema. Num minuto meu personagem favorito é o Hoyt; na cena seguinte é a mãe dele. Aí é o Lafayette. Então é o Andy Bellefleur. Aí é o Jason – e eu mal posso esperar pelo que ele fará agora. Eu não consigo realmente me lembrar de alguma série na qual eu me senti dessa forma, onde todo mundo me fascina e me deixa melosa e derretida. Em relação a me identificar propriamente dito, talvez seja com a Tara, quando passei por situações difíceis. Talvez seja com o detetive Bellefleur, estragando as coisas – quando eu sou enfeitiçada e não consigo entender nada direito. Eu me identifico com Sam Merlotte, que está sempre tentando fazer o que é certo. Eu acho que é por isso que tantas pessoas gostam da série: você sempre pode se identificar com alguém. Eu adorei como pudemos ver o lado negro do Bill Compton esse ano. Ele estava em uma luta entre o seu passado e sua humanidade. E ele vai ficar muito tempo por aqui tentando entender como resolver os problemas entre esses fatores. Me identifico com ele no que diz respeito a todos nós querermos nos reconciliar com nosso passado e ter um futuro melhor. Todos queremos ser a Sookie, sempre envolvida nos problemas e sempre sendo perseguida por esses homens maravilhosos. Em algum nível, eu me identifico com todos eles, ou quero ser eles.

Tendo dito isso, você tentou influenciar para que Maryann terminasse com algum dos personagens principais masculinos na série?
Eu vou só dizer o seguinte: no final da temporada, eu tenho uma das cenas de amor mais interessantes que eu já fiz. Eu ainda gargalho quando penso nela.

O que você pensa sobre esse personagem pertubador estar causando uma certa impressão no publico?
Eu acredito que essa impressão surge em função de estarmos vivendo em um tempo de repressão – estamos saindo só agora de oito anos desse tipo de administração repressiva. O cristianismo está sempre de certa forma controlando onde estamos e quem somos. E nós estamos saindo disso de uma forma diferente. Vai ser interessante ver onde estaremos daqui a cinco anos.

Que tipo de trabalho uma atriz procura depois de um papel tão superlativo quanto o de Maryann Forrester?
É difícil achar algum lugar tão divertido quanto o mundo que o Alan Ball criou. É um mundo sobre uma cidade bêbada, um chefe metamorfo. É sobre Tara e sua crescente percepção de si mesma e a chegada à maturidade. É sobre a garçonete telepática. Tudo isso, essa comunidade inteira, a inteligência de Alan e dos roteiristas, a habilidade deles de contar histórias de forma tão bonita e complexa, vão ajudar manter a longevidade de True Blood.

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27 de agosto de 2009

MTV sobre Sophie-Anne [SPOILERS]

O Hollywood Crush, da MTV, falou mais uma vez sobre True Blood. Dessa vez, especificamente sobre a Rainha Sophie-Anne.

Se você tem acompanhado não só o blog, mas todas as notícias sobre a personagem que têm saído por aí, nenhuma das informações dadas na matéria da MTV é realmente uma grande novidade. Porém, se você não leu muita coisa e prefere a surpresa dos episódios, é melhor parar por aqui, porque pode ser que algumas das informações sejam spoilers pra você.

Ela tem preferência por "carne feminina"
Cenas absurdamente sexys são como um rito de iniciação para qualquer membro do elenco de True Blood, e com Evan não foi diferente, embora sua "grande cena" tenha sido diferente das dos outros. "É com uma garota", revelou a atriz de 22 anos para a Newsweek. "Eu não acredito que vampiros sejam realmente gays ou heterossexuais", acrescentou ela. "Acho que ela simplesmente prefere as mulheres."

Ela pode ser a rainha dos vampiros, mas ela nunca seria eleita como a rainha do baile.

"Ninguém nunca está inteiramente feliz ao ver sua personagem", disse o criador da série, Alan Ball. "Ela é muito poderosa, mimada e insana." Esperemos que ela não seja pior do que Maryann, ou então Bon Temps terá um futuro ainda mais dramático.

Ela definitivamente tem estilo
Sophie-Anne teve 500 anos para aprimorar seu senso de moda e, pela foto acima, ela cumpriu a tarefa sem dificuldades. A sanguessuga parece absolutamente deliciosa descansando na piscina com um maiô marfim, com seus óculos "olhos-de-gato" e seu cabelo-vermelho-ondulado. Estamos morrendo de vontade de ver que outras peças glams dos anos 50 surgirão de seu guarda-roupa, que com certeza será revirado.

Ela é uma mulher com um plano

O que foi anunciado como uma participação para dois episódios parece ter aumentado, já que várias fontes têm divulgado que Evan vai voltar para a terceira temporada. Não está claro o que ela vai fazer, mas Alan Ball revelou que ela "tem mais de um segredo". Talvez alguns fãs de Charlaine Harris poderiam nos dar uma pista...

Lembrando que um dos presidentes da HBO já comentou a volta de Evan para a terceira temporada, embora ele também não tivesse informações sobre o futuro da personagem.

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25 de agosto de 2009

The vampire and The Queen

Tan Dan. Mais uma pra coleção.

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2x10 - New World in My View


Eu sei que repito isso com uma certa freqüência, mas eu estou realmente sem palavras em relação a esse último episódio de True Blood. Acho que foi o melhor, mais intenso e mais emocionante episódio de todos! Durante o episódio inteiro reinou uma sensação angustiante de que a qualquer minuto algo iria acontecer, e na maioria das vezes, realmente aconteceu. Foi completamente insano desde o começo, que por sinal veio com tudo, tendo inicio já com a Sookie tendo sonhos, digamos que do tipo que uma garota de família não teria, com o Eric. Alguém precisa dar uma banho de água fria nessa menina, e rapidamente! Que garota insaciável!

Seguindo a cronologia do episódio, fiquei seriamente assustado com a mãe do Hoyt! Ela já dava medo normalmente, agora que está enfeitiçada, encapetou de vez. E vocês repararam? NintendoWii é o futuro da terapia. Faz cada milagre que vocês nem imaginam.


E o que foram aquelas cenas com a Maryann?! Sério, achei uma seqüência tão espetacular! Toda a parte da Maryann se indagando o que era a Sookie, o Bill defendendo-a, o Bill vomitando sangue, a Sookie descobrindo um novo poder (seja lá o que for aquilo). Esses três deveriam contracenar muito mais, seria muito divertido, mas como a Maryann provavelmente vai acabar morta, acho que nem vai rolar.

E por falar em Maryann, reparei em algumas coisas nesse episódio que eu não havia reparado antes, vejam se vocês sabem me responder: Porque os olhos do Karl não ficam pretos como os dos demais habitantes de Bons Temps? E os olhos do Andy? Já foi explicado que paranormais oferecem resistência ao poder dela, será que algum dos dois tem algum dom desconhecido?


Bem, questionamentos à parte, devo admitir que fiquei com um pouco de pena da Sookie por descobrir que todas as bacanais aconteceram na casa da avó dela. Na verdade, toda vez que ela fala na avó dela eu fico morrendo de vontade de chorar. Só melhora quando eu me lembro de como ela foi morta, aí só me dá vontade de vomitar mesmo.

E já que eu estou falando em emoções fortes, eu devo dizer que apesar de todas as já mencionadas emoções do episódio 2x09, achei esse muito mais emocionante. Principalmente lá pro finalzinho quando a Tara voltou a si com a ajuda do Bill e da Sookie. Quase chorei. As cenas da Tara com o Lafayette e com a Lettie Mae, dos últimos dois episódios pra cá, foram simplesmente maravilhosas. Ótimos atores.


Ah é, preciso desabafar sobre uma coisa, gente. Eu achava que o Jason Stackhouse era burro, mas, sinceramente, o Sam não está exatamente em desvantagem. Bom senso e inteligência não são realmente seus mais significativos atributos. Sério que em momento algum ele pensou que era armação da Arlene? Muito inocente esse homem, inocente até demais.

E por falar em Arlene, gostei da abordagem feita nesse episódio em relação ao lado dos enfeitiçados. Mostraram como eles vêem, como eles agem e mostraram acima de tudo que eles não estão em completo estado de inconsciência, como provou a ação de Terry Bellefleur ao ver Arlene em “perigo”. Por sinal, achei o máximo a interpretação de deus que o Jason fez. Cara, ele e o Andy Bellefleur usaram um GALHO pra simular chifres! Adorei mesmo.


E que final de episódio foi aquele?! Vou ficar morrendo de curiosidade até domingo que vem. Acho que vou rever esse episódio todo dia pra ver se eu me acalmo. Quero muito morar na casa da Sophie-Anne, muito mesmo!

Enfim, acho que já falei demais. Vou parar por aqui para não estragar o resto das surpresas desse episódio. Vejam, esse episódio está simplesmente imperdível!

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Lo- lo Bromios, Lo -lo Dendrites, Lo -lo Eleutherios, Lo -lo Enorches, Lo -lo Bacchus


A essa altura, todo mundo já sabe que a Maryann é uma Mênade (ou Tíade, ou Bacante) e que, por isso, toda sua loucura está supostamente explicada. Porém, antes de saber disso, no episódio 6, quando descobrimos que ela é o homem-touro-que-na-verdade-não-era-um-homem que atacou a Sookie, também vemos ela repetir aquele mantra pela primeira vez.

Até então, eu achava que era só um monte de palavras estranhas, mas elas acabaram ganhando uma dimensão gigantesca e eu tive que procurar a origem daquilo. Depois de entrar em alguns sites muito loucos, descobri tudo o que procurava bem debaixo do meu nariz: o Loving True Blood In Dallas publicou ontem mesmo um post falando sobre a origem do tal mantra.

De acordo com o blog (que pesquisou na Wikipedia em Inglês), todas essas palavras são epítetos do Deus Dionísio:

Bromios significa "aquele que faz trovejar" ou "aquele que grita alto".

Dendrites significa "aquele das árvores", referência a um poderoso Deus da fertilidade.

Eleutherios ( "o libertador") era um epíteto para ambos Dionísio e Eros.

Outra forma de se referir ao Deus da fertilidade inclui o epíteto Lesbos Enorches ( "com bolas" ou talvez "nos testículos", em referência ao mito de que Dionísio terminou de ser gerado nas coxas de Zeus, ou seja, próximo aos seus testículos).

Em relação ao "Lo-Lo" na frente das palavras, bom, aparentemente isso é um erro técnico da produção. De acordo com esse site e com esse também, nos rituais de iniciação de Dionísio, as pessoas gritavam "Io! Io! Bromios!", "Io! Io! Dendrites!" etc, e não "Lo! Lo!". Uma possível causa desse erro pode ter sido a fonte na qual o roteiro tem sido imprimido, que teria feito a letra "i" maiúscula ficar parecida com a letra "l" minúscula (o que seria bem estúpido, mas anyways...).

Procurando sobre esse mantra, eu encontrei várias críticas à caracterização de uma Mênade na série, principalmente pelo fato de eles terem ligado Dionísio à Satã (o Deus chifrudo e tal), já que, na mitologia, ambos não tem relação.

De qualquer forma, continuo amando loucamente a Maryann e esperando, do fundo do meu coração, que não matem ela.

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24 de agosto de 2009

Mais uma imagem promocional de "Frenzy"

Depois das fotos divulgadas no último sábado, mais uma se junta à galeria das imagens do próximo episódio, "Frenzy".


Daí ficam as perguntas: Bill e Sophie-Anne tomando sol enquanto o caos reina em Bon Temps? Bill e Sophie-Anne TOMANDO SOL? Pois é.

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Promo do episódio 2x11 legendado

Eis o vídeo promo para o episódio 11, "Frenzy", e mais uma semana de espera.

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22 de agosto de 2009

Informações sobre o episódio 2x11

O episódio 10 ainda nem foi ao ar, e já foram divulgadas algumas pequenas imagens do episódio 11, "Frenzy'. Elas se juntam com as de Evan Rachel Wood, divulgadas no início desse mês.






Sem comentários para o "Sorry, we're dead" e o modelito da Pam. Mas ok, pode ser que a partir daqui o post tenha pequenos

Nos livros, o Eric tem a capacidade de voar. Parece que essa habilidade vai ser transposta para a série (yay!): fãs conseguiram filmar o que parece ser a gravação da cena na qual o Eric voa, em frente ao Fangtasia. Não se sabe ao certo, mas há chances de que ela também faça parte do 11º episódio. Para ver o vídeo no You Tube. clique aqui.

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Fotos promocionais de "New World In My View"

A HBO liberou algumas fotos promocionais do episódio de amanhã. A maioria pode ser ampliada, mas algumas foram liberadas só nesse tamanho minúsculo mesmo...








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Balanço geral da primeira temporada

O Paul do blog MyLifeComics, numa noite reservada a completar coisas a fazer, desenhou esse gráfico em pizza da primeira temporada de True Blood. É só uma brincadeira, então, obviamente, ele não se baseou em mais nada além de sua própria percepção logo após assistir ao box de DVDs.


Tudo bem que não é nada oficial, mas as parcelas parecem bem fiéis às quantidades de cenas as quais se referem. Mais peitos e mais "fuck" que sangue... nem um pouco surpreendente.

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Maryann Forrester

Nome: Maryann Forrester
Espécie: mênade
Temporadas: 1ª—2ª
Atriz: Michelle Forbes
Primeiras aparições
Nos livros: Vampiros em Dallas
Na TV:
1x10 - I Don't Wanna Know








Biografia
Pouco se sabe sobre o passado de Maryann. Antes dos acontecimentos da série, Sam Merlotte, então com 17 anos e ainda virgem, invadiu a casa dela após ser abandonado por seus pais adotivos. Eles tiveram uma relação sexual e, logo em seguida, Sam fugiu roubando jóias e dinheiro. Foi aí que a obsessão da mênade teve início, já que Sam surgiu para ela nu e demonstrou interesse na estátua que representava Dionísio. A parte disso, Maryann provavelmente passou sua vida toda levando caos e destruição para lugares aleatórios.

Primeira temporada
Maryann surge no décimo episódio como uma assistente social disposta a ajudar Tara, que foi presa após dirigir alcoolizada. Misteriosamente altruísta, ela paga a fiança e leva Tara para morar em sua luxuosa mansão.

Segunda temporada


Livros
Em Vampiros em Dallas, a participação da personagem que corresponde à Maryann da série de TV é consideravelmente menor. Apesar de também ser um mênade obcecada por sexo, álcool e coisas do tipo, ela se chama Callisto e quer um tributo de Eric, e não de Sam, embora fique subentendido que ela e o metamorfo também estivessem ligados de alguma forma. Como em True Blood, Callisto ataca Sookie e anda acompanhada de um porco. Sua última aparição acontece no final do segundo livro, em uma festa secreta, na qual ela mata Mike Spencer e os assassinos de Lafayette.

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21 de agosto de 2009

Sneak Peek do episódio 2x10

Liberaram um sneak peek do episódio 10, "New World in My View", que vai ao ar esse domingo nos EUA. A qualidade não está exatamente boa, mas estamos sem muitas opções depois que a HBO resolveu nos odiar pra sempre e começou a deletar nossos vídeos do You Tube. Eu e o Fernando enviamos um e-mail transbordando educação pra eles, vamos ver se param com isso.

Enfim. Reparem nos gritos empolgados da mãe do Hoyt jogando alguma coisa no Nintendo Wii do Bill.

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20 de agosto de 2009

True Blood na Revista Crepúsculo

Não, eu não tive um surto de esquizofrenia. Sim, o título do post é esse mesmo. Numa das edições da Revista Crepúsculo, saiu uma matéria falando sobre True Blood. Eu nem sabia que existia uma Revista Crepúsculo, na verdade. Ela é da editora Escala, custa R$9,80 e, como vocês podem perceber, não se limita a falar apenas de assuntos relacionados à série de Stephenie Meyer. Como o próprio garoto que postou os scans na comunidade do Orkut disse, não é nada que os fãs já não saibam, mas enfim, só pra constar.

[ATUALIZAÇÃO] Embora não seja feita nenhuma referência no tópico do Orkut, esses scans foram feitos pela Michelle, nossa parceira do Sookie Novel's.







Matéria de Ricardo Matsumoto
Editora Escala

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19 de agosto de 2009

Allan Hyde fala sobre Godric

Assim como o Godric dos livros, o Godric da série também era um vampiro suicida, afinal. Depois da passagem relâmpago pela série, o ator dinamarquês Allan Hyde, de apenas 20 anos, deu uma entrevista ao Access Hollywood comentando a experiência:

O episódio de domingo foi a última vez que os fãs viram Godric?

“Foi o ultimo episódio do meu personagem,” disse Allan semana passada, antes de os fãs assistirem a Godric tirar a própria vida no topo de um prédio em Dallas, durante um nascer-do-sol que pôs seu corpo em chamas.

“A não ser que eles decidam fazer flashbacks, mas eu não sei nada sobre isso”, ele disse.

Embora seja ligeiramente desconhecido pela maioria da América, Allan coleciona uma enorme quantidade de filmes dinamarqueses e trabalhos dublando o Ron Weasley nos filmes de “Harry Potter” na Dinamarca, além de ter participado da trilha sonora internacional de “Camp Rock”, da Disney – algo bem diferente do seu papel em True Blood.

”[A preparação para o papel foi] foi difícil, já que, obviamente, você não consegue imitar um cara com a sabedoria de uma pessoa de 2.000 anos, porque isso é impossível”, ele explicou. “Eu abordei isso focando na maneira como ele reagia, no seu sistema de reações.”

Allan admitiu que pôde revirar um pouco do seu passado quando precisou interpretar alguém que tirava vantagem de inocentes para sobreviver.

“Eu encontrei coisas da minha própria vida com as quais pude identificar o personagem. Nos meus anos do primário, eu meio que praticava bullying. Isso não é nada comparado ao que Godric passou, mas teve um momento que eu me dei conta do que fazia e pensei ‘Wow, isso é errado!’ E o modo como me senti mau pelas coisas que tinha feito equivale ao que Godric sentia, só que numa escala menor.”

O episódio épico de domingo foi a primeira vez que o ator viu o produto final de seu trabalho. “Eu ainda não vi! Estou tão ansioso para assisti-lo!” ele disse, alguns dias antes de o episódio ir ao ar. “Foi incrível filmar [minha última cena].”

Allan explicou que ele, Alexander Skarsgård e Anna Paquin tiveram apenas alguns minutos para filmar a cena do suicídio no centro de Los Angeles. Os três atores e a produção correram para conseguir pegar a luz natural do amanhecer.

“Foi maravilhoso não só porque a cena era muito comovente; as atuações do Alex e da Anna nessa cena foram tão incríveis de assistir. Eu nunca fiz nada parecido. Tenho um bom pressentimento em relação a essa cena, e estou realmente muito ansioso para vê-la.”

E como exatamente ele conseguiu entrar numa das mais badaladas series de TV?

“O processo da audição foi praticamente inexistente. Eu recebi uma ligação de um diretor de elenco de Hollywood dizendo que eles não haviam conseguido um ator para o papel. Eu não tinha a menor intenção em fazer alguma coisa fora da Dinamarca por agora.”

A cena utilizada na audição de Allan foi uma que os fãs nunca poderiam imaginar.

“Era uma cena entre o Godric e o Eric, a qual não está na série porque ela acabava comigo arrancando a cabeça dele, e isso obviamente não acontece”.

Allan disse que, como a primeira temporada de True Blood nem ao menos estreou na Dinamarca (ela está prevista para ir ao ar em setembro), ele não fazia idéia do tamanho da coisa que seria trabalhar com Alan Ball, diretor vencedor do Oscar e criador da série.

“Em poucos dias, todo mundo da indústria dinamarquesa já estava sabendo que eu ia fazer o teste para o elenco,” ele explicou. “Eu recebia ligações de várias pessoas com as quais já tinha trabalhado que me diziam ‘você tem que dizer ‘oi’ para o Alan por mim’, porque elas eram grandes fãs dele, enquanto eu pensava ‘ok, esse cara é bem importante’”.

Logo após ter completado sua participação em True Blood, Allan voltou para a Dinamarca e perdeu toda a febre vampírica que desde então tem tomado conta de Hollywood. Ele não pôde comparecer à premiere da segunda temporada, ou ouvir os gritos dos fãs na Comic-Con em San Diego. Mas agora Allan voltou a pisar em solo americano e planeja tirar o maior proveito possível das portas que se abriram para ele ao interpretar Godric.

“Eu só quero trabalhar. Eu quero atuar. E eu realmente não me importo se vai ser aqui ou na Dinamarca. O lance é fazer coisas boas, coisas das quais eu goste”.

O nascer -do-sol pode ter acabado com Godric para sempre (a não ser que os roteiristas tenham um lapso de super criatividade), mas Allan diz que seu “final” em True Blood foi, na verdade, apenas um começo.

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